As Portas De Nosso Cárcere Observemos a porta dos nossos sentidos a fim de conduzirmos uma vida plena. Mantenhamos as portas dos prazeres sensoriais vigiadas pelo constante exercício da observação daquilo que é ... E que no instante seguinte já deixou de ser! Concentremo-nos no reconhecimento da impermanência das coisas, e assim encontraremos o refúgio que buscamos para nossas dores, nascidas de nossos apegos, frutos de nossa ignorância transitória. Ao mergulharmos no intrínseco silêncio do agora, podemos ouvir sua voz a nos dizer: "Que teus ouvidos não te levem a ilusão de acreditares ser digno de elogios ou ofensas, pois tua essência impermanente não possui forma; Que teus olhos não te guiem pela estrada da ganância, luxúria, inveja ou narcisismo, pois todo desejo dos olhos também é um apego ao sofrimento e a ilusão; Que tua boca não te conduza pelo prazer dos excessos alimentares, nem te levem a transformar palavras em venenos fundamentados em tua ignorância ego...
Comentários
Postar um comentário